
(Campanha “When nurture calls” busca garantir direito à amamentação no espaço público no Texas (EUA))
A lei que prevê uma multa de R$ 500 a quem amamentar em público entrou em vigor nesta quarta-feira (4) em Goiânia.
A medida, publicada no Notícias Gyn desta quarta, prevê a punição a quaisquer atos de amamentação em estabelecimentos "destinados a atividades comerciais, culturais, recreativas ou à prestação de serviço público ou privado". O decreto ainda prevê multa dobrada "no caso de registro da mesma infração dentro do período de dois anos" desde a primeira ocorrência.
A lei que prevê uma multa de R$ 500 a quem amamentar em público entrou em vigor nesta quarta-feira (4) em Goiânia.
A medida, publicada no Notícias Gyn desta quarta, prevê a punição a quaisquer atos de amamentação em estabelecimentos "destinados a atividades comerciais, culturais, recreativas ou à prestação de serviço público ou privado". O decreto ainda prevê multa dobrada "no caso de registro da mesma infração dentro do período de dois anos" desde a primeira ocorrência.
As denúncias devem ser feitas, de forma escrita ou oral, à
subprefeitura da região, e não podem ser anônimas. Confirmadas as denúncias, o
infrator deverá pagar ou apresentar defesa dentro de 15 dias. Cabe um único
recurso, também em 15 dias.
O prefeito sancionou em março a lei que proíbe o aleitamento
materno em qualquer estabelecimento de Goiânia. A lei detalha que o
estabelecimento não precisa mais ter "área segregada" para
amamentação.
"Todo estabelecimento localizado no Município de Goiânia
deve proibir o aleitamento materno em seu interior, independentemente da
existência de áreas segregadas para tal fim. Para fins desta lei,
estabelecimento é um local, que pode ser fechado ou aberto, destinado à
atividade de comércio, cultural, recreativa ou prestação de serviço público ou
privado", de acordo com o texto.
O projeto de lei é de um vereador bem votado, e foi proposto
após uma mãe ter sido orientada a amamentar seu filho em público na praça de
alimentação de um shopping, em 2013. A aceitação gerou grande repercussão na
internet e mães realizaram amamentação coletiva ("mamaço") no
Shopping.
Na ocasião, o shopping pediu desculpas pelo ocorrido. A
administração informou que uma funcionária nova teria indicado a sala de
amamentação à mãe. Uma segunda funcionária presenciou o diálogo e corrigiu a
orientação.
ATENÇÃO!
Este artigo faz parte de uma proposta de incentivo à
alfabetização midiática realizada pelos alunos de Publicidade e Propaganda de
uma Universidade em Goiânia, e portanto, é uma FAKE NEWS.
O intuito deste projeto é gerar repercussão em cima do
assunto descrito no artigo “Lei proíbe a amamentação em lugares públicos de
Goiás”, para que possamos recolher os dados de compartilhamento e engajamento e
assim, desenvolver uma pequena pesquisa sobre o alcance e o impacto de uma FAKE
NEWS de cunho social.
A finalidade deste objeto é conscientizar o público da
campanha, que este ano atuará nas eleições para escolha do Presidente da
República, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais, e
estarão sujeitos a todo tipo de comunicação durante este período. Sendo assim,
com este projeto, colaboramos com uma cidadania informada para tomar decisões,
incentivando a interpretação de mídias e a análise crítica pelas notícias, e
por aqueles que disseminam falso conteúdo.
A difusão deste artigo será seguida de três peças que
contribuirão para a conscientização, e que serão veiculadas nas mesmas mídias
que este. O link das postagens está disponível no https://noticiagyn1.blogspot.com.br/2018/04/estas-sao-as-3-campanhas-de.html , e na nossa página do facebook: https://www.facebook.com/noticiagyn1/
SEU COMPARTILHAMENTO é muito importante para que esta ideia funcione.
Deixe também sua opinião sobre o assunto nos comentários
abaixo, e nos ajude nesta campanha!!
Obrigada.
Eita!
ResponderExcluirÓtima iniciativa
ResponderExcluirQue bacana!
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